segunda-feira, setembro 08, 2008

Chuva


As coisas vulgares que há na vida não deixam saudade
Só as lembranças que doem ou fazem sorrir
Há gente que fica na história da história da gente
E outras de quem nem o nome lembramos ouvir...
Pedimos emprestadas as palavras ao fado e escolhemos a banda sonora de um momento perfeito, a música de uma vida que deu tantas voltas.
Podia escrever um livro com 200 páginas que contasse uma história de amor, mas elas não conseguiriam dizer mais que estas quatro linhas.

3 Comments:

Blogger White said...

Mas que palavras tão bonitas,,, não me canso de as ler,,,, e de as sentir,,,

11:24 da tarde  
Blogger Deeper said...

Bem Mr. White, acho que está na altura de agradecer tantos elogios. Tenho algum receio que, com uma fasquia tão alta, o possa vir a desiludir muito brevemente! Nos entretantos, será sempre muito bem vindo a esta casa virtual. A chuva que cai lá fora torna-a aconchegante, ideal para proteger os que nela se abrigam! Beijinhos

10:52 da manhã  
Blogger White said...

Cara Deeper, quando as palavras nascem na alma,, raramente desiludem. O problemas da maioria das pessoas é o de não olharem para dentro,,, mas de se ficarem pela casca.

10:18 da tarde  

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