sábado, março 21, 2009

Revolutionary Road



Antes do filme: Tinha medo que me “assentasse a carapuça”.
Agora: Tenho medo do tempo que passa e não aproveito. Tenho medo dos sonhos que se tornam rotinas ou pesadelos. Tenho medo de não saber escrever. Tenho medo de não te encontrar e de já te ter encontrado. Tenho medo de saber o que quero e de não saber. Tenho medo que não existam finais felizes. Tenho medo que o filme seja verdade.

5 Comments:

Blogger gi said...

querida Catarina...não é a primeira vez que comento um dos teus posts... desta vez é mesmo para acentuar que adoro a maneira como escreves: com muito amor e sentimento profundo pela vida e pelas palavras. nem mais nem menos. parabéns!
gi

5:42 da tarde  
Blogger pérola said...

Ainda não tive a oportunidade de ver este filme, apesar de constar na lista de prioridades de uma "vida normal"... Mas eu acredito em ti e creio que esses receios não passam disso mesmo. Mereces mais e melhor e não deixes que o medo te impeça de continuar à procura!
Beijinhos grandes amiga :)

8:31 da tarde  
Blogger Inês said...

Esse gémeos que habita em ti costuma provocar essas dúvidas:)
Infelizmente, ou felizmente, sei bem como é.

Bjs

10:32 da manhã  
Blogger The White Scratcher said...

A questão é que as coisas são mesmo assím.
Dúvidas todos temos e vamos continuar a ter.

Bjs

1:29 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Ter medo é importante. Torna-nos mais responsáveis. Este medo, este de que falas, é o mais dificil de gerir. Do caminho do tempo não temos alernativa. É um dado adequirido. Para minimizar o tal medo temos que ser pragmáticos: pensar no resto do dia de hoje e olhar para amanhã. Amanhã, fazemos o mesmo. Estes são momentos que podemos controlar. Bj dos Passeios de Ninguém

8:19 da tarde  

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